Após o pânico causado entre o rompimento anunciado pela Disney e Netflix, vejamos, com calma, o que acontece até o final 2019, data prevista da separação
O rompimento entre Disney e Netflix, anunciado ontem, caiu como uma bomba entre os usuários da maior empresa de streaming de filmes e séries do mundo. Sim, a gigante do entretenimento fundada por Walt Disney planeja para 2019 seu próprio serviço de streaming, e levará consigo suas produções, incluindo títulos que levam o selo Marvel, Pixar e Lucasfilm.
Isso representará um desfalque considerável no catálogo da Netflix, mas é um tendência que já acontece com outras empresas e devemos nos acostumar com anúncios similares a curto prazo – afinal, todos querem a galinha dos ovos de ouro. Esses novos serviços serão tão bem sucedidos quanto a Netflix? Talvez sim, talvez não. O que motiva o usuário a assinar é justamente a pluralidade de títulos, encontrada principalmente na versão americana do serviço, e talvez uma segmentação de estúdios e/ou emissoras não seja um caminho tão frutífero.
O que acontece, agora, entre Disney e Netflix?
Vejamos quais novos filmes ainda poderão entrar na parceria Disney e Netflix até o final de 2019, data prevista da remoção, se de fato a separação ocorrer. Vale ressaltar que essa previsão é baseada no catálogo norte-americano, podendo ou não acontecer no Brasil:
- “A Wrinkle in Time” (2018, “Uma Dobra no Tempo”)
- “Ant-Man and The Wasp” (2018)
- “Avengers: Infinity War” (2018, “Vingadores: Guerra Infinita”)
- “Black Panther” (2018, “Pantera Negra”)
- “Cars 3” (2017, “Carros 3”)
- “Coco” (2017, “Viva – A Vida é Uma Festa”)
- “Mary Poppins Returns” (2018)
- “Mulan” (2018)
- “Ralph Breaks The Internet: Wreck-It Ralph 2” (2018, “Detona Ralph 2: Ralph Quebra a Internet”)
- “Star Wars: The Last Jedi” (2017, “Star Wars: Os Últimos Jedi”)
- Spin-Off de Star Wars: Han Solo (2018, ainda sem título definido)
- “The Incredibles 2” (2018, “Os Incríveis 2”)
- “The Nutcracker and the Four Realms” (2018)
- “Thor: Raganok” (2017)
Uma coisa é certa: nesse ramo nada é 100% até que aconteça e o “final de 2019” ainda está longe.